Serviços
Portuguese English Spanish
Cadastre seu e-mail em nossa Newsletter e receba novidades e informações sobre o Instituto Brasil

Meio Ambiente e Áreas Degradadas

 

MEIO AMBIENTE

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS, ESTUDOS AMBIENTAIS, USINAS HIDRELÉTRICAS, BARRAGENS E PCHs

Com uma equipe altamente qualificada, o Instituto Brasil disponibiliza seu capital intelectual para as áreas de mineração, usinas hidrelétricas, barragens, PCHs, sondagens e ensaios, planos de ação emergencial e planos de segurança de barragens e recuperação de áreas degradadas.

 NOSSAS ÁREAS DE ATUAÇÃO 

  • Projetos e ações de monitoramento e controle de estruturas de contenção de sedimentos e rejeitos
  • Estudos de desvios de rios e córregos
  • Mapeamentos e investigações geológico-geotécnicas
  • Estudos e obras ambientais de cobertura verde
  • Planos de fechamento de empreendimentos minerários
  • Projeto e Obras de Barragens de rejeito e pilhas es estéril, alteamento
  • Tratamento de aterros sob solos moles
  • Elaboração de Manuais de Operação, Planos de Segurança de Barragens e Planos de Ação Emergencial
  • Estudos de Dam Break e Manchas de Inundação
  • Estudos de Impacto Ambiental
  • Projetos de despoluição e recuperação, estudos de revitalização ambiental de cursos d’água e matas ciliares
  • Estudos de reaproveitamento de rejeitos e resíduos para minimizar os impactos ambientais
  • Auditorias de segurança de barragens e pilhas e siderúrgicas
  • Análises de risco e escorregamento de encostas
  • Laudos de estabilidade e Pareceres Técnicos
  • Estudos de potencial de dano ambiental, incluindo poluição do solo, ar e de lençóis freáticos
  • Assessoria a obras e serviços de controle e fiscalização
  • Geoprocessamento, topografia, aerofotogrametria, sondagens, análises e laudos químicos
  • Instrumentação por perfurações
  • Ensaios de campo e de laboratório, incluindo CPTU

MINERAÇÃO

Entende-se por lavra o conjunto de operações coordenadas que objetivam o aproveitamento industrial da jazida, desde a extração das substâncias minerais úteis, passando pelo beneficiamento das mesmas, até a destinação final dos resíduos gerados nesse processo. As atividades de lavra são, geralmente, de grande impacto e devem passar por uma série de controles para reduzir os efeitos sobre o meio ambiente e a vida das pessoas. Impactos ao meio ambiente incluem desde a supressão da vegetação à alteração da paisagem pela abertura da mina e pela disposição dos resíduos (principalmente estéreis e rejeitos) associados ao processo produtivo.  Nesse contexto surgem as barragens de rejeito e as pilhas de estéril, que são uma opção para destinação de resíduos proveniente do processo de extração e beneficiamento do minério. O atual desenvolvimento das atividades relacionadas à indústria da mineração aliado às crescentes exigências do setor extrativo mineral, resulta em uma geração cada vez maior de rejeitos, o que ocasiona um aumento significativo das exigências relacionadas a esse tipo de estrutura.

USINAS HIDRELÉTRICAS, BARRAGENS DE ÁGUA E PCH`s

As barragens para acumulação de água são fundamentais para as questões associadas a geração de energia elétrica, bem como para aproveitamento de água para fins industriais.

SONDAGENS E ENSAIOS

Os métodos de prospecção geotécnica são classificados em indiretos, semi-diretos e diretos. Os métodos indiretos são aqueles onde a determinação das camadas dos solos é feita indiretamente pela medida de características físicas do material, sem a necessidade de escavação, sendo também denominados de métodos geofísicos. Esse tipo de metodologia não admite amostragem, sendo os índices obtidos correlacionados através da resistividade elétrica, métodos sísmicos e eletromagnéticos.

Já os métodos semi-diretos fornecem informações sobre as características do terreno, sem possibilitarem a coleta de amostras ou informações sobre a natureza do solo. Nesta classificação  incluem-se os ensaios “in situ”, tais como ensaio de palheta, Vane Test e CPT, CPTU, ensaios pressiométricos e dilatométricos. Os métodos diretos consistem em um conjunto de operações  destinadas a observar diretamente o solo ou ao longo de uma perfuração, podendo ser poços, trincheiras e trados, sondagens a percussão, rotativas e mistas. Há também que se incluir os ensaios de campo e de laboratório, para definição dos parâmetros de caracterização e resistência de cada material.

 

PLANOS DE AÇÃO EMERGENCIAL E PLANOS DE SEGURANÇA DE BARRAGENS

A Política Nacional de Segurança de Barragens define: i) padrões de segurança de barragens visando a mitigação de acidentes e suas consequências; ii) regulamenta as ações de segurança a serem adotadas em todas as fases do empreendimento (do projeto à desativação). O empreendedor é o responsável legal pela segurança da Barragem, cabendo o desenvolvimento de ações preventivas e corretivas. O Plano de Segurança de Barragens (PSB) formaliza todo o processo de gestão de segurança de Barragens, devendo conter, no mínimo, a identificação do empreendedor, dados técnicos dos projetos, implantação e operação das barragens, estrutura organizacional da equipe de segurança, plano de comunicação e diretrizes a serem adotados em casos de alerta e emergência. Também deve conter os manuais de operação, rotinas de inspeção e monitoramento, e o Plano de Ações emergenciais (PAE). O PSB deve ser revisado periodicamente alinhado aos critérios do órgão fiscalizador.

O PAE trata-se, fundamentalmente, do estabelecimento de diretrizes e de informações com o objetivo de adotar procedimentos lógicos, técnicos e administrativos, de forma estruturada, para propiciar uma resposta rápida, eficiente e articulada. Simultaneamente, também se constitui em um instrumento preventivo e de gestão operacional que, ao identificar este risco, pode estabelecer os meios para agir em uma eventual ruptura da barragem, incluindo, dentre outros aspectos, o desencadeamento de ações de evacuação, de prestação de socorro e assistência às populações afetadas, proteção de propriedades e a busca pela minimização dos impactos ambientais.

Na medida em que o estudo de “Dam Break” determina a abrangência da onda de cheia e a respectiva área de inundação, sua severidade e a velocidade com a qual os níveis de água atingem as faixas de terra a jusante da barragem, é possível estabelecer no PAE a caracterização das áreas passíveis de serem atingidas pela onda de cheia proporcionada pela ruptura do maciço, identificando as populações residentes nessas áreas e os usos que estas fazem do solo. Na caracterização das áreas, busca-se ainda identificar pontos sensíveis e recursos externos existentes, incluindo estruturas que, caso sejam atingidas, podem comprometer a qualidade de vida da população.

RECUPERACAO DE AREAS DEGRADADAS

A degradação do meio ambiente é, em muitos casos, de grande impacto, com redução ou eliminação do teor de matéria orgânica do solo, remoção da vegetação, alteração dos recursos hídricos e impactos no meio socioambiental. Na medida em que ocorrem estas alterações, a região fica mais susceptível a processos erosivos, que podem resultar em uma degradação permanente e irreversível.

A recuperação destas áreas degradadas, por qualquer fim, está relacionada ao restabelecimento de um ecossistema através da definição de um programa que considere aspectos ambientais, sociais e econômicos, objetivando a sustentabilidade de todas as atividades antrópicas.

RESPONSABILIDADE TÉCNICA

Rafaela Baldi Fernandes

Engenheira Civil, Mestre em Geotecnia e Especialista em Gestão de Riscos de Escavações Subterrâneas. Coordenadora de Meio Ambiente do Instituto Brasil, Membro da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e da Associação Brasileira de Geossintéticos. Atua no ramo de Consultoria em Geotecnia e Meio Ambiente, principalmente nas áreas de Mineração, Indústria e PCH`s.

 

 

 

Onde Estamos

Instituto Brasil de Estudos, Pesquisas e de Gestão
Estratégica de Competências

Rua Padre Serafim, 243 – Bairro Centro – Viçosa – Minas Gerais
CEP: 36570-000 - Telefax: (31) 2595-0025 / 2595-0050
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.